segunda-feira, 19 de novembro de 2012

PAUTA DE HTPC 1º E 2º ANO


PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA
Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia
Escola Municipal de Ensino Fundamental e Ensino Médio “Rui Barbosa”

PAUTA DO HTPC – 08/11/2012 - 1º E 2º ANO

OBJETIVOS: ESTUDAR A DISCAUCULIA, REVISAR A AVALIAÇÃO INTEGRADA.

PAUTA:
1-      FESTIVAL DE TALENTOS – PLANEJAMENTO /HORÁRIO DE TRABALHO/ENSAIOS.
2-      ENTREGA DO SEMANÁRIO – ÚLTIMO DIA DA SEMANA, TODAS AS SEMANAS.
3-      REVISÃO DO QUESTIONÁRIO SÓCIO-ECONÔMICO E CULTURAL.
4-      REVISÃO DA AVALIAÇÃO INTEGRADA – EM GRUPOS: 1º E 2º ANO.
5-      ESTUDO DO TEXTO:
DISCALCULIA
 Simaia Sampaio
 A matemática para algumas crianças ainda é um bicho de sete cabeças. Muitas não compreendem os problemas que a professora passa no quadro e ficam muito tempo tentando entender se é para somar, diminuir ou multiplicar; não sabem nem o que o problema está pedindo. Algumas, em particular, não entendem os sinais, muito menos as expressões. Contas? Só nos dedos e olhe lá. Em muitos casos, o problema não está na criança, mas no professor que elabora problemas com enunciados inadequados para a idade cognitiva da criança.
Carraher afirma que:  “Vários estudos sobre o desenvolvimento da criança mostram que termos quantitativos como “mais”, “menos”, maior”, “menor” etc. são adquiridos gradativamente e, de início, são utilizados apenas no sentido absoluto de “o que tem mais”, “o que é maior” e não no sentido relativo de “ ter mais que” ou “ser maior que”. A compreensão dessas expressões como indicando uma relação ou uma comparação entre duas coisas parece depender da aquisição da capacidade de usar da lógica que é adquirida no estágio das operações concretas”...”O problema passa então a ser algo sem sentido e a solução, ao invés de ser procurada através do uso da lógica, torna-se uma questão de adivinhação” (2002, p. 72).
 No entanto, em outros casos a dificuldade pode ser realmente da criança e trata-se de um distúrbio e não de preguiça como pensam muitos pais e professores desinformados. Em geral, a dificuldade em aprender matemática pode ter várias causas. De acordo com Johnson e Myklebust, terapeutas de crianças com desordens e fracassos em aritmética, existem alguns distúrbios que poderiam interferir nesta aprendizagem:
 Distúrbios de memória auditiva:
- A criança não consegue ouvir os enunciados que lhes são passados oralmente, sendo assim, não consegue guardar os fatos, isto lhe incapacitaria para resolver os problemas matemáticos.
- Problemas de reorganização auditiva: a criança reconhece o número quando ouve, mas tem dificuldade de lembrar do número com rapidez.
 Distúrbios de leitura:
- Os dislexos e outras crianças com distúrbios de leitura apresentam dificuldade em ler o enunciado do problema, mas podem fazer cálculos quando o problema é lido em voz alta. É bom lembrar que os dislexos podem ser excelentes matemáticos, tendo habilidade de visualização em três dimensões, que as ajudam a assimilar conceitos, podendo resolver cálculos mentalmente mesmo sem decompor o cálculo. Podem apresentar dificuldade na leitura do problema, mas não na interpretação.
- Distúrbios de percepção visual: a criança pode trocar 6 por 9, ou 3 por 8 ou 2 por 5 por exemplo. Por não conseguir se lembrar da aparência, elas têm dificuldade em realizar cálculos.
- Distúrbios de escrita: crianças com disgrafia têm dificuldade de escrever letras e números.  Estes problemas dificultam a aprendizagem da matemática, mas a discalculia impede a criança de compreender os processos matemáticos.
A discalculia é um dos transtornos de aprendizagem que causa a dificuldade na matemática. Este transtorno não é causado por deficiência mental, nem por déficits visuais ou auditivos, nem por má escolarização, por isso é importante não confundir a discalculia com os fatores citados acima. O portador de discalculia comete erros diversos na solução de problemas verbais, nas habilidades de contagem, nas habilidades computacionais, na compreensão dos números.
Kocs (apud García, 1998) classificou a discalculia em seis subtipos, podendo ocorrer em combinações diferentes e com outros transtornos:
Discalculia Verbal - dificuldade para nomear as quantidades matemáticas, os números, os termos, os símbolos e as relações.
Discalculia Practognóstica - dificuldade para enumerar, comparar e manipular objetos reais ou em imagens matematicamente.
Discalculia Léxica - Dificuldades na leitura de símbolos matemáticos.
Discalculia Gráfica - Dificuldades na escrita de símbolos matemáticos.
Discalculia Ideognóstica – Dificuldades em fazer operações mentais e na compreensão de conceitos matemáticos.
Discalculia Operacional - Dificuldades na execução de operações e cálculos numéricos.
 Na área da neuropsicologia as áreas afetadas são:
v  Áreas terciárias do hemisfério esquerdo que dificulta a leitura e compreensão dos problemas verbais, compreensão de conceitos matemáticos;
v  Lobos frontais dificultando a realização de cálculos mentais rápidos, habilidade de solução de problemas e conceitualização abstrata.
v  Áreas secundárias occípito-parietais esquerdos dificultando a discriminação visual de símbolos matemáticos escritos.
v  Lobo temporal esquerdo dificultando memória de séries, realizações matemáticas básicas.
De acordo com Johnson e Myklebust a criança com discalculia é incapaz de:
  • Visualizar conjuntos de objetos dentro de um conjunto maior;
  • Conservar a quantidade: não compreendem que 1 quilo é igual a quatro pacotes de 250 gramas.
  • Sequenciar números: o que vem antes do 11 e depois do 15 – antecessor e sucessor.
  • Classificar números.
  • Compreender os sinais +, - , ÷, ×.
  • Montar operações.
  • Entender os princípios de medida.
  • Lembrar as sequências dos passos para realizar as operações matemáticas.
  • Estabelecer correspondência um a um: não relaciona o número de alunos de uma sala à quantidade de carteiras.
  • Contar através dos cardinais e ordinais.
 Os processos cognitivos envolvidos na discalculia são:
1. Dificuldade na memória de trabalho;
2. Dificuldade de memória em tarefas não-verbais;
3. Dificuldade na soletração de não-palavras (tarefas de escrita);
4. Não há problemas fonológicos;
5. Dificuldade na memória de trabalho que implica contagem;
6. Dificuldade nas habilidades visuais e espaciais;
7. Dificuldade nas habilidades psicomotoras e perceptivo-táteis.
De acordo com o DSM-IV (O Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais é uma publicação da American Psychiatric Association, Washington D.C., sendo a sua 4ª edição conhecida pela designação “DSM-IV”), o Transtorno da Matemática caracteriza-se da seguinte forma:
A capacidade matemática para a realização de operações aritméticas, cálculo e raciocínio matemático, encontra-se substancialmente inferior à média esperada para a idade cronológica, capacidade intelectual e nível de escolaridade do indivíduo. As dificuldades da capacidade matemática apresentadas pelo indivíduo trazem prejuízos significativos em tarefas da vida diária que exigem tal habilidade. Em caso de presença de algum déficit sensorial, as dificuldades matemáticas excedem aquelas geralmente a este associadas.
Diversas habilidades podem estar prejudicadas nesse Transtorno, como as habilidades linguisticas (compreensão e nomeação de termos, operações ou conceitos matemáticos, e transposição de problemas escritos em símbolos matemáticos), perceptuais (reconhecimento de símbolos numéricos ou aritméticos, ou agrupamento de objetos em conjuntos), de atenção (copiar números ou cifras, observar sinais de operação), e matemáticas (dar sequência a etapas matemáticas, contar objetos e aprender tabuadas de multiplicação).
Quais os comprometimentos?


  • Organização espacial;
  • Auto-estima;
  • Orientação temporal;
  • Memória;
  • Habilidades sociais;
  • Habilidades grafomotoras;
  • Linguagem/leitura;
  • Impulsividade;
  • Inconsistência (memorização).


AJUDA DO PROFESSOR:
 O aluno deve ter um atendimento individualizado por parte do professor que deve evitar:
Ressaltar as dificuldades do aluno, diferenciando-o dos demais;
Mostrar impaciência com a dificuldade expressada pela criança ou interrompê-la várias vezes ou mesmo tentar adivinhar o que ela quer dizer completando sua fala;
Corrigir o aluno frequentemente diante da turma, para não o expor;
Ignorar a criança em sua dificuldade.
 DICAS PARA O PROFESSOR:
•         Não force o aluno a fazer as lições quando estiver nervoso por não ter conseguido;
•         Explique a ele suas dificuldades e diga que está ali para ajudá-lo sempre que precisar;
•         Proponha jogos na sala;
•         Não corrija as lições com canetas vermelhas ou lápis;
•         Procure usar situações concretas, nos problemas.
 AJUDA DO PROFISSIONAL:
Um psicopedagogo pode ajudar a elevar sua auto-estima valorizando suas atividades, descobrindo qual o seu processo de aprendizagem através de instrumentos que ajudarão em seu entendimento. Os jogos irão ajudar na seriação, classificação, habilidades psicomotoras, habilidades espaciais, contagem. Recomenda-se pelo menos três sessões semanais. O uso do computador é bastante útil, por se tratar de um objeto de interesse da criança.
O neurologista irá confirmar, através de exames apropriados, a dificuldade específica e encaminhar para tratamento. Um neuropsicologista também é importante para detectar as áreas do cérebro afetadas. O psicopedagogo, se procurado antes, pode solicitar os exames e avaliação neurológica ou neuropsicológica.
O que ocorre com crianças que não são tratadas precocemente?
ü  Comprometimento do desenvolvimento escolar de forma global
ü  O aluno fica inseguro e com medo de novas situações
ü  Baixa auto-estima devido a críticas e punições de pais e colegas
ü  Ao crescer o adolescente / adulto com discalculia apresenta dificuldade em utilizar a matemática no seu cotidiano.
 Qual a diferença entre Acalculia e Discalculia?
A acalculia ocorre quando o indivíduo, após sofrer lesão cerebral, como um acidente vascular cerebral ou um traumatismo crânio-encefálico, perde as habilidades matemáticas já adquiridas. A perda ocorre em níveis variados para realização de cálculos matemáticos.
 CUIDADO!
As crianças, devido a uma série de fatores, tendem a não gostar da matemática, achar chata, difícil. Verifique se não é uma inadaptação ao ensino da escola, ou ao professor que pode estar causando este mal estar. Se sua criança é saudável e está se desenvolvendo normalmente em outras disciplinas não se desespere, mas é importante procurar um psicopedagogo para uma avaliação. Muitas confundem inclusive maior-menor, mais-menos, igual-diferente, acarretando erros que poderão ser melhorados com a ajuda de um professor mais atento.

Bibliografia:
CARRAHER, Terezinha Nunes (Org.). Aprender Pensando. Petrópolis, Vozes, 2002.
GARCÍA, J. N. Manual de Dificuldades de Aprendizagem. Porto Alegre, ArtMed, 1998.
JOSÉ, Elisabete da Assunção, Coelho, Maria Teresa. Problemas de aprendizagem. São Paulo, Ática, 2002.
RISÉRIO, Taya Soledad. Definição dos transtornos de aprendizagem. Programa de (re) habilitação cognitiva e novas tecnologias da inteligência. 2003.

PAUTA DE HTPC


PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA
Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia
Escola Municipal de Ensino Fundamental e Ensino Médio “Rui Barbosa”

PAUTA DO HTPC – 07 E 08/11/2012

“O respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros. (...) É nesse sentido também que a dialogicidade verdadeira, em que os sujeitos dialógicos aprendem e crescem na diferença, sobretudo, no respeito a ela, é a forma de estar sendo coerentemente exigida por seres que, inacabados, assumindo-se como tais, se tornam radicalmente éticos. É preciso deixar claro que a transgressão da eticidade jamais pode ser vista como virtude, mas como ruptura com a decência. O que quero dizer é o seguinte: que alguém se torne machista, racista, classista, sei lá o quê, mas se assuma como transgressor da natureza humana. Não me venha com justificativas genéticas, sociológicas ou históricas ou filosóficas para explicar a superioridade da branquitude sobre a negritude, dos homens sobre as mulheres, dos patrões sobre os empregados. Qualquer discriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que se reconheça a força dos condicionamentos a enfrentar."
(PAULO FREIRE em Pedagogia da Autonomia, 1996).

OBJETIVOS: PREPARAR AULAS, DE ACORDO COM AS METODOLOGIAS ESTUDADAS. REVISAR O QUESTIONÁRIO E PLANEJAR O FESTIVAL DE TALENTOS.

PAUTA:
1-      FESTIVAL DE TALENTOS E CONSCIÊNCIA NEGRA – PLANEJAMENTO / HORÁRIO DE TRABALHO/ENSAIOS.

2-      REVISÃO DO QUESTIONÁRIO SÓCIO-ECONÔMICO E CULTURAL.

3-      ATENÇÃO: ENVIAR AS QUESTÕES DA AVALIAÇÃO INTEGRADA ATÉ DIA 12/11 – PARA O MEU E-MAIL. CADA QUESTÃO DEVE TER CINCO ALTERNATIVAS = A), B), C), D), E). FONTE TIMES NEW ROMAN, TAMANHO 11, COR PRETA E A RESPOSTA CORRETA COM A COR VERMELHA. MANDAR AS QUESTÕES EM ANEXO DO WORD, NÃO SE ESQUECER DE ENVIAR JUNTO COM AS QUESTÕES, AS HABILIDADES QUE SERÃO AVALIADAS.

4-      EM DUPLAS OU TRIOS, PREPARAR UMA AULA, DE ACORDO COM OS TEMAS ESTUDADOS, APÓS SORTEIO:

                  A)      EMÍLIA FERREIRO
                  B)      PIAGET
                  C)      VYGOTSKY
                  D)      PAULO FREIRE
                  E)       MADALENA FREIRE.

PERFIL DO GRUPO ATUALIZADO


PERFIL DO GRUPO ATUALIZADO
EMEFEM RUI BARBOSA
NOVEMBRO DE 2012

O GRUPO GESTOR É BASTANTE COESO, TODOS ACREDITAM QUE TEMOS O DEVER DE OFERECER AOS ALUNOS UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E AOS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS UM BOM AMBIENTE DE TRABALHO, POR ISSO TENTAMOS AGIR COM RESPEITO E IGUALDADE COM TODOS OS ENVOLVIDOS NO PROCESSO PEDAGÓGICO, TRABALHANDO COM ALEGRIA, COMPROMISSO E RESPONSABILIDADE. HÁ ALGUNS MESES, A VICE-DIRETORA MARIA ELISA APOSENTOU E ESTÁ FAZENDO MUITA FALTA NA ESCOLA, POIS TINHA UM ESTILO MISTO: AÇÃO E IDEIAS, O QUE COMPLEMENTAVA O ESTILO MISTO DOS OUTROS GESTORES: PESSOAS E PROCESSO. É UM GRUPO PREOCUPADO COM A INTERAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO GRUPO ESCOLAR, PENSANDO SEMPRE NA BOA CONVIVÊNCIA E QUALIDADE, SEM ESPERAR PARA ACONTECER, UM GRUPO QUE GOSTA DE PLANEJAR E TRABALHAR VISANDO AO BEM ESTAR DE TODOS E À QUALIDADE DO PROCESSO EDUCACIONAL.
QUANTO AO GRUPO DE PROFESSORES, A MAIORIA TEM BASTANTE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO E CONSEGUE UM BOM RESULTADO COM OS ALUNOS, TANTO EM RELAÇÃO À DISCIPLINA, QUANTO À PARTE PEDAGÓGICA, A MAIORIA ACREDITA TAMBÉM QUE DEVIDO À ESTRUTURA DE ESCOLA QUE TEMOS HOJE, DEVEMOS MESCLAR OS DIFERENTES MÉTODOS, A FIM DE CONSEGUIR BONS RESULTADOS E QUALIDADE DE ENSINO. TAMBÉM HÁ VÁRIOS PROFESSORES BASTANTE COMPROMISSADOS E QUE ACREDITAM QUE ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO, PODEMOS FAZER A DIFERENÇA. ENTRARAM ALGUNS PROFESSORES NOVOS, NO SEGUNDO SEMESTRE QUE VIERAM SOMAR E CONTRIBUIR COM O PROCESSO PEDAGÓGICO, TORNANDO A TROCA DE EXPERIÊNCIAS E VIVÊNCIAS MAIS RICA. A MAIOR PARTE DO GRUPO (DEZOITO PROFESSORES) TEM O ESTILO PESSOAS, QUATRO TÊM O ESTILO AÇÃO, TRÊS TÊM ESTILO IDEIAS, DOIS TÊM ESTILO PROCESSO E TRÊS TÊM ESTILO MISTO: AÇÃO E IDEIAS, PROCESSO E IDEIAS, AÇÃO E PESSOAS. O GRUPO ACHOU MUITO INTERESSANTE FAZER A ATIVIDADE ESTILOS DE COMUNICAÇÃO E IDENTIFICARAM-SE COM O RESULTADO, AUXILIANDO NO CONVÍVIO DIÁRIO, POIS AS DICAS DE COMO LIDAR COM OS DIFERENTES ESTILOS AUXILIAM BASTANTE. COMO A MAIOR PARTE DO GRUPO TEM O ESTILO PESSOAS, É POSSÍVEL ENTENDER A FACILIDADE DE LIDAR COM PAIS, ALUNOS, COLEGAS DE TRABALHO E PROBLEMAS DO DIA-A-DIA, OS OUTROS ESTILOS COMPLEMENTAM O DA MAIORIA DO GRUPO, AUXILIANDO NA PRODUÇÃO E EXECUÇÃO DAS TAREFAS PEDAGÓGICAS.

sábado, 20 de outubro de 2012

NOVO RELATÓRIO

RELATÓRIO ATUALIZADO DA ALUNA SAMARA

A aluna Samara da Silva frequenta o 2º ano e desde o início do ano, com grandes avanços em seu desenvolvimento.
            No início do ano, busquei informações que me dessem subsídios para desenvolver a aprendizagem da aluna, mas infelizmente não havia documentos que dessem maiores informações. O único documento é um atestado médico de anos atrás sem muitas informações. Enfim sabia apenas que ela apresenta dificuldades motoras o que de alguma forma interfere no seu aprendizado.
            Samara conversa com fluência, entende perfeitamente o que é solicitado, mas ainda não conseguiu evoluir sua hipótese de leitura e escrita, está pré-silábica.
            Desenvolvo atividades mais direcionadas as suas dificuldades, mas mesmo assim não obteve avanços.
            Samara foi encaminhada no início do ano para sala de AEE na EMEB Asas Brancas, praticamente aqui do lado da EMEFEM Rui Barbosa, mas a família não tem condições de trazê-la no horário marcado. A família justifica que tem o irmão Daniel com as mesmas dificuldades e que no horário marcado ele é levado para a Escola.
            O pai vem sempre às reuniões, mas não conversa muito comigo, nem com a coordenadora.
            Samara evoluiu muito nas suas dificuldades motoras: hoje caminha praticamente sozinha se amparando nas cadeiras e carteiras da sala, nas paredes e na mão de algum colega; brinca sem apresentar qualquer angústia por não conseguir alguns movimentos e solicita ajuda quando esta não acontece espontaneamente por parte dos colegas ou funcionários; tem convívio social excelente com colegas e funcionários; é alegre e gentil com todos; executa as atividades propostas sem reclamar e com entusiasmo. Hoje consegue formar figuras humanas em seus desenhos, assim como pinta os mesmos, escolhendo cores adequadas ao contexto. Gostaria de ter mais recursos para ampliar o desenvolvimento da Samara.
            No mês de setembro, visitei a casa da Samara através do Programa Família Escola e só então pude perceber as dificuldades: o irmão Daniel tem a mesma doença da Samara – Ataxia Hereditária, diagnóstico este confirmado, mas não me mostraram documentos. A mãe tem epilepsia e toma medicamento diariamente e quem toma realmente conta das crianças é o pai, uma atenção extraordinária – cuida de tudo com muito carinho e atenção. Ele próprio me justificou que é muito difícil acompanhar todas as situações, mas que faz o possível pelo desenvolvimento dos filhos e esposa.
            Tanto a Samara como o Daniel tiveram acompanhamento pela AACD, mas tiveram alta por conseguirem avanços; hoje fazem acompanhamento com fonoaudióloga e esta vem ajudando muito no desenvolvimento da Samara – a Samara me mostrou o caderno de atividades que ela faz com a fono.
            Estamos fazendo alguns encaminhamentos para ajudar a família através do Hospital São Paulo e equipe de biólogos do Hospital Albert Einstein e esperamos que traga bons retornos a todos.

Professora Marly 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

TEORIAS DE APRENDIZAGEM

NOS HTPCs, OS PROFESSORES FORAM DIVIDIDOS EM CINCO GRUPOS E CADA GRUPO FICOU RESPONSÁVEL POR PREPARAR UMA AULA, DE ACORDO COM A TEORIA SORTEADA. FORMA CINCO TEORIAS PREVIAMENTE ESTUDADAS E REVISADAS: CONSTRUTIVISMO, WALDORF, MONTESSORI, INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E FREINET.
OS RESULTADOS FORAM SURPREENDENTES, TODOS OS GRUPOS CONSEGUIRAM PREPARAR AULAS CONDIZENTES COM A TEORIA SORTEADA. SEGUEM ALGUMAS FOTOS DOS PROFESSORES APRESENTANDO:



















terça-feira, 18 de setembro de 2012

FESTA JUNINA - HOMENAGEM AOS 100 ANOS DE LUIZ GONZAGA

QUERO RESSALTAR O TRABALHO DE TODOS OS EDUCADORES, ALUNOS, PAIS FUNCIONÁRIOS E GESTORES QUE COM MUITO EMPENHO, PESQUISA E TRABALHO FIZERAM UM ESPETÁCULO, NA FESTA JUNINA DE 2012, COM A HOMENAGEM AOS CEM ANOS DE LUIZ GONZAGA. OS ALUNOS DO 8º E 9º ANO PESQUISARAM E FICARAM RESPONSÁVEIS PELA DECORAÇÃO DA ESCOLA, COM A ORIENTAÇÃO DOS PROFESSORES. OS ALUNOS DO 1º E 2º ANO, TAMBÉM PESQUISARAM E FICARAM RESPONSÁVEIS PELAS DANÇAS, QUE FORAM COREOGRAFIAS MONTADAS COM MÚSICAS DE LUIZ GONZAGA: XOTES, XAXADOS E FORRÓS. DESTAQUE ESPECIAL PARA OS ALUNOS DOS 8ºs ANOS QUE DANÇARAM COM OS ALUNOS DO FUNDAMENTAL 1 E DERAM UM SHOW NOS ENSAIOS E NAS APRESENTAÇÕES!


















PARQUE VILLA LOBOS

ALUNOS DO 1º E 2º ANO, PROFESSORAS DE SALA, PROFESSORES ESPECIALISTAS, ADI E FUNCIONÁRIA FORAM À AULA-PASSEIO NO PARQUE VILLA LOBOS, PROPORCIONANDO ÀS CRIANÇAS APRENDEREM SOBRE O MEIO AMBIENTE  E ATIVIDADES FÍSICAS, ALÉM DE MUITA DIVERSÃO, EM UM ESPAÇO PRIVILEGIADO E QUE MUITOS NÃO CONHECIAM.